Estou aprendendo a duras, duríssimas penas, que é muito melhor, mais fácil, rápido, prático, indolor e isento de sequelas você não fazer um trabalho a fazer o trabalho pela metade. posted by Dani Patifa
4:32 PM
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Terça-feira, Janeiro 15, 2008
A Gise
Vendo os looks do desfile da Gisele no fashion Rio, eu só posso pensar que a estilista da marca é uma frustrada que tem muita inveja da Gi, e que o stylist do desfile só pode ser uma bicha muito sem luz.
Porque, na boua, O QUE SÃO AQUELAS ROUPAS QUE PUSERAM NA MOÇA?!?!?!?!?!
Gisele, querida, é como eu sempre digo: COMO É DIFÍCIL GANHAR A VIDA HONESTAMENTE, neam?
Ganhei um short e um top de natal da minha sogra. Lindos, os dois. Ela conhece o meu gosto, a danada.
Conhece tanto que umas duas semanas antes do natal eu tinha comprado um short praticamente igual.
Então, quando voltei de férias, resolvi trocar.
Cheguei na loja, e fui informada que o short que eu ganhei acabou logo antes ou logo depois do natal, e que, portanto, não tinha entrado NA LIQUIDAÇÃO QUE ESTAVA ACONTECENDO.
Fui informada, ainda, que eles iam, então, me dar o crédito do preço cheio do short, para eu trocar por outras coisas, pelo preço da liquidação.
Assim, o tal short virou um outro short, uma bermuda e uma camisetinha...
Delícia, delícia, delícia.
Você já fez a coisa certa no momento errado?
Ficou horas esperando para fazer algo, escolhendo a hora certa para fazer... e quando foi lá e fez descobriu que era a pior hora possível?
Então, eu fiz. Agorinha mesmo.
Vou ali beber toda a água da privada e volto djá...
Quando as revistas de moda decretaram que "agora todo mundo pode usar paetê, inclusive durante o dia, paetê é democrático" e quetais, elas queriam dizer que as pessoas gordinhas podiam vestir uma blusa preta de paetês (veja bem, uma blusa tipo camiseta, preta, todinha de paetês brilhantes, os clássicos, não aqueles foscos), junto com um short preto e uma sandália de salto alto e fino e ir dar pinta no Iguatemi às duas da tarde de um domingo de muito sol e calor?
Era isso?
Ontem tive uma viagem de trabalho.
Não vamos falar da inveja das pessoas que moram no RJ, no verão. Não é essa a inveja.
Na volta, todas as pessoas, eu disse TO-DAS as pessoas mais bem-vestidas da ponte aérea estavam na minha frente. Sério.
Foi um desfile de magavelolosidades que me fez ficar passando mal, com muita inveja das donas daqueles guarda roupas.
Mas muita.
Perfeição.
Porque fui para a praia, porque fiquei dez dias inteirinhos por lá, porque o mar estava incrivelmente limpo (antes da muvuca do reveillon nos alcançar, né, depois Deus nos acuda) e quentinho e mansinho e delicioso, porque choveu um dia só, mas a noite.
Porque fez um sol, mas um sol, como há mais de ano eu não pegava na praia. Tipos anoitecer oito e meia da noite.
Porque eu bati repetidos recordes de permanência na praia - média de nove horas diárias, com pico de onze horas. E eu adoro tanto, mas TANTO fazer isso...
Porque eu acordava cedo para correr, antes do sol tornar qualquer movimento inviável.
Porque jantamos todos os dias em lugares maravilhosos, e, nestes dez dias, eu só comi peixes e frutos do mar, todos frescos e deliciosos.
Porque a noite de reveillon foi delícia, mas delícia mesmo. Com um monte de gente querida, animada (e travada, né? faz parte...) e feliz. Com muita champã. Com uma notícia magavelolosa de que em agosto teremos mais uma pessoinha linda para amarmos.
Porque foi muito bom para o meu relacionamento uns dias de dolce far niente a sós.
Porque eu voltei bronzeada, veja só. E usei protetor 30 no corpo e 60 no rosto todos os dias. Dermato peruaça ficaria orgulhosa. Bronzeado saudável e consciente.
Porque depois disso tudo, a gente não tem como não ficar feliz, bem humorada e amando a vida, né?
Então, na verdade eu voltei no sábado a noite, mas né...
Liguei o computador no domingo para dar aquela trabalhadinha básica...
Segunda passei o dia LESADA, dedinhos duros, não consegui fazer nem o que precisava, quanto menos escrever aqui...
Resultado: para todos os efeitos... cheguei hoje.
Pronto.