Confesso que encontrar o Costanza após um corte (ou uma mudança qualquer) no cabelo é um momento de tensão. Porque ela é impiedosa.
Ontem, foi o momento.
E fui aprovada. Muito alívio nessa hora...
Lembrei sobre o que era o post que eu tinha esquecido... era sobre o meu cabelo!
Sexta passada, fui decidida a cortar uns dois dedinhos... e saí praticamente careca do salão. E o pior é que nem dá para jogar a culpa no cabeleireiro, porque, examinando os fatos, concluo que a culpa foi toda minha, que me expressei mal.
Mas passado o choque, vi a minha imagem no espelho, dei aquela ajeitadinha com o meu jeito... e bem gostei do resultado, viu! Estão no comprimento do da Claudia Abreu na ex-novela.
Muitos elogios depois (espontâneos e completamente confiáveis), chego à conclusão que foi mais um corte da série "errados que deram certo".
A moça um dia resolve sair a noite e tomar todas. TODAS. Vai para a balada, se acaba.
Vem dormindo no carro, no dia seguinte enfrenta a maior ressaca de todos os tempos... quando vai examinar as evidências da noite anterior, descobre que deitou para dormir de roupa, na cama.
Mas tirou a maquiagem. E tomou a pílula. Deus sabe como, mas fez.
Pontos para a moça.
Ontem teve a corrida do centro histórico aqui em SP. Prova muito legal, eu estava destreinadíssima e fiz um tempo fiascante, mas consegui terminar viva (teve determinada subida que eu jurava que não conseguiria enfrentar... e acabei conseguindo. Vitória).
Mas o divertido mesmo foram duas coisas: o barraco que rolou no metrô, quando eu estava indo pra a prova (veja bem, existiam pessoas se pegando no metrô, no domingo, sete horas da manhã. Essa gente não tem coisa melhor para fazer, não? Porque eu tenho...) e os espectadores da prova, vulgo habitantes travados do centro, que ficavam a cada esquina despejando baldes de sabedoria popular nos corredores (e repetindo a mesma pergunta que eu fiz acima: essa gente - no caso, nós - não tem coisa melhor para fazer, não???).
Tem uma vizinha minha que tem as roupas mais lindas do mundo, e sabe fazer a melhor combinação entre elas.
Obviamente Murphy a coloca junto comigo no elevador todas as vezes que eu saio com uma roupinha normal ou sem graça.
Foi o que aconteceu hoje... eu lá, com uma calça que não posso mais ver na frente e uma blusinha normal, e entra a desgraçada ostentando uma combinacion muito, mas muito incrível. Toda de roupitas básicas mas que, juntas, ficaram bárbaras.
Nem preciso dizer que tive vontade de rasgar tudo, preciso?
Outro dia, tomei café da manhã em pé, correndo como faço todos os dias.
Distraidamente peguei a caixinha de leite e coloquei na prateleira em cima da pia.
Momentos depois, olhei para a caixinha e pensei "preciso recolher essa caixinha AGORA e gurdar na geladeira... senão, vou encontrar ela aqui amanhã, no mesmo lugar". Mal terminei o pensamento, me distraí com outra coisa (o sanduiche deve ter ficado pronto, algo do gênero).
Não deu outra... no dia seguinte, adivinha o que aconteceu???