Logo mais inicia um finde encantado, organizado pela Costanza em si, em um agradável chateau nas montanhas.
Participarão os integrantes do núcleo sofisticado da novela e o cardápio programado é da maior elegânciA.
Promete ser um weekend de muita diversão. E sofisticação.
Oswaldo Montenegro cover é destacado para a difícil tarefa de obter provisões para o programado caldo verde.
Vai ao supermercado mais próximo, mas enfrenta um momento de dúvida. Telefona para se informar:
A couve que vocês mandaram comprar é a tal couve manteiga? É a que está em uma prateleira escrito "couve manteiga"?
Sim, cover, sim... pode ficar tranqüilo. Pega essa aí e vem logo, que está todo mundo com fome...
Minutos depois, Cover chega todo feliz e sorridente, com suas sacolinhas repletas de... BRÓCOLIS!
Sim, brócolis, senhores do júri. E ainda explica assim o telefonema pretensamente esclarecedor:
Eu achei mesmo que não estava parecendo com couve... mas ao mesmo tempo eu não lembrava direito como era a couve... e como vocês falaram que era isso mesmo... sei lá... eu achei que depois que cozinhasse ficaria normal!!!
Como ele sabe das coisas, faz uma carinha de abobra, entorta a boca e é imediatamente perdoado.
Comerciante decide integrar o bloco de uma viagem muitofinapontocom. Vão fazer uma incursão por várias vinícolas no Chile, para degustar vinhos.
Na saída de várias delas, existem livros para os freqüentadores deixarem anotadas suas impressões a respeito do lugar. Ele sempre passa pelos tais livros e fica tendo idéias, mas decide reprimir.
Um belo dia, sua esposa acorda de bom humor e resolve incentivar: Meu bem, porque você não escreve alguma coisinha no livro dessa vinícola, que nós gostamos tanto...???
Foi a deixa. O Fofo pega a caneta e registra, em letras garrafais, entre os comentários de "muito bons vinhos", "ambiente agradável" e clichês do tipo, a sua visão muito peculiar do passeio:
VENDO APARTAMENTO EM SUARÃO.
INTERESSADOS FAVOR ENTRAR EM CONTATO PELO TELEFONE 55.11.5555.5555.
Durante uma mega resolucion de pobremas que tinha como desculpa experimentar vinhos de diversos países, um integrante do bloco, que, como todos os presentes encontrava-se em avançado estado etílico, resolve que vai apresentar o próximo tipo, um chileno:
Tenemos acá um preciosso exemplar de IUCO de uvas nigras... blábláblá blábláblá...
Sim, IUCO querendo dizer suco.
Em uma situação normal todos teriam ficado com medo de experimentar tal preciosidade, mas, como era uma situação de exceção, todo mundo mando o tal IUCO pra dentro e não quis nem saber...
Hoje cedo, chego para trabalhar e me deparo com o seguinte email de Costanza, apavorada comentando a atual crise:
Tinha o Delúbio que era o operador do mensalão...
Aí apareceu um ajudante que era o Valério.
Agora o Valério tem uma esposa que chama Renilda...
Aí a Renilda, sabendo que vai aparecer no Jornal Nacional, usa esse casaco-colete???
Onde essa história vai parar, meu Deus????
Coloco um adendo: para melhorar ainda mais a história, a sessão teve que ser interrompida por meia hora porque Renilda ersolveu DAR ESCÂNDALO!
De fato, não tem como não ficar HOR-RO-RI-ZA-DA, Costanza. Nós não somos obrigadas.
ps. devido a minha total incompetência tecnológica, não sei colocar figuras aqui. Quem quiser ver o casaco-colete da Renilda, por favor vá até qualquer site de notícas e procure.
Imagine que você usou um computador por muitos anos. Imagine que ao longo desses anos você acumulou diversos arquivos pessoais nesse mesmo computador.
Imagine que, um dia, você não vai mais usar esse computador. Imagine que você vai salvar todos os seus arquivos pessoais em um CD.
Imaginou?
Então imagine que, dentre estes arquivos, você tenha, sei lá, umas setenta, oitenta fotos. Imagine mais uma coisa: você vai abrir essas fotos e não consegue, porque descobre que o CD foi formatado de um jeito diferente, ou sei lá o que. O que importa é que você precisará de ajuda profissional para abrir o bichinho.
Imagine que você acha que é uma boa idéia pedir para o seu namorado levar para o cara do CPD do trabalho dele, afinal, o cara manja muito. Vai resolver o problema rapidinho.
Pronto. Você acaba de criar as condições ideais. A partir desse momento você não precisa imaginar mais nada. A partir de agora, Murphy imaginará o resto da história para você.
Então Murphy leva o cara do CPD para a sala do seu querido. Murphy deixa que os arquivos de texto abram normalmente. Murphy mostra que os de fotos realmente estavam com problemas. Murphy guia a mão do seu namorado para que, entre os setenta ou oitenta arquivos de fotos, todos com nomes "Você 1", "Você 2", "Você 3",..., o seu amado clique em cima do "Você 25". Murphy faz, então, com que abra uma imensa foto, muito bonita e muito bem tirada, de você, feliz e sorridente como uma catadora de amoras recém chegada de um campo bem florido e bem silvestre, praticamente pendurada ao pescoço de um belo e garboso rapaz, que sorri muito satisfeito por ter tão bela e feliz princesa pendurada ao pescoço. Murphy faz com que, obviamente, esse rapaz tão belo, sorridente e, principalmente, agarrado em você de tal maneira que não tem como não ser o que eles estão pensando que é, não seja o seu namorado, o mesmo que está com o moço do CPD ao lado. Murphy inclusive pensa no sórdido detalhe de fazer com que o referido rapaz tenha um estilo completamente oposto ao do atual, o que está ali, prensado entre tão bucólica cena e o exigente rapaz do CPD. Murphy faz com que o moço do CPD, macho pra carái, olhe para o seu namorado com cara de "explique-se ou terei que espalhar para toda a feeeerrrrma o que aconteceu aqui".
Murphy só distrai um pouco na hora que deixa o seu lindo, amado, querido, fofo e tudo de bom, ter muito savoir faire ao responder o olhar de provocação:
O que foi? Minha namorada tem passado, horas!!!.
Murphy deixa o moço do CPD olhar com cara de "óquei, vou te deixar em paz". Murphy relaxa e deixa eles resolverem o problema de formatação ou seja lá o que for. Murphy deixa que o CD volte para as suas mãos, local do qual ele nunca deveria ter saído.
Pândego, Murphy resolve se divertir mais um pouco ao te fazer constatar que, entre as setenta ou oitenta fotos guardadas, duas, vamos lá, repetindo, DUAS eram de você junto a exs em geral. Duas. Em setenta.
Murphy gosta MESMO de se divertir a nossas expensas. MESMO.
Uma coisa é saber que todo mundo tem passado, que é muito bom que ele tenha acontecido, que as pessoas só são o que são porque viveram e fizeram o que fizeram, etc.
Outra coisa, bem diferente, é manter a atitude zen e adulta ao dar DE CARA com o passado do seu presente, CUMPRIMENTAR, SORRIR E SER SIMPÁTICA com essa droga de passado.
Outra, ainda pior, é manter a calma, o sorriso e a atitude ao flagrar tentativas MANJADAS e MUITO VELHAS (além de completamente mal sucedidas, ou íeis) de aproximação desse passado (que você, muito numa boa e sem querer desejar mal para ninguém, somente o seu próprio bem, queria que MORRESSE AINDA HOJE), com o seu presente.
Não é fácil ser uma moça moderna, relaxada, zen e adulta. Nada fácil.
Estava lá o Figura, experimentando tênis em uma loja em outro país.
O detalhe é que o referido Figura não fala uma mísera palavrinha em inglês. Nenhuma, nem íeis.
De repente, senta um negão muito gigantesco ao lado do Figura. E desanda a falar, sem parar. Meio agressivamente, inclusive.
Figura se apavora. Olha para os lados e não consegue localizar os companheiros-e-intérpretes.
(Depois vem a saber que os dois estavam empolgados assistindo a uma transmissão de golfe pela TV, os putos, mas isso não vem ao caso agora).
O caso agora é que Figura encontra-se na potencialmente tenebrosa situação de estar sentado ao lado de um negão muito grande que não para nunca mais de falar. E que parece estar meio estressado.
Figura não pensa duas vezes. Fica olhando muito atentamente para o vizinho verborrágico, prestando a maior atenção enquanto coloca o seu velho e bom tênis de volta (porque, a essa altura do campeonato, até esqueceu o que estava fazendo na loja).
Levanta, olha bem para o Falador e solta, em português claro e fluente:
Olha aqui, negão, eu não tenho a menor idéia do que você tava falando, não entendi uma porra de uma palavra. E agora sei que você não tá entendendo nada do que eu tô falando. Agora você tá vendo como foi ruim pra mim. Não entender uma porra de uma palavra. Então, espero que você não faça mais isso de ficar falando com os outros nas lojas, porque as pessoas podem não estar entendendo nada. All right?
Feito o discurso, estendeu a mão. O Falador retribuiu o cumprimento e todos foram felizes para sempre.
Descontrolada já é uma pessoa descontrolada. Pra completar, foi arrumar um marido que mexe com eventos, marketing, atendimento ao cliente, essas coisas. O marido vive tendo que trabalhar até mais tarde, além de ser "obrigado" a acompanhar determinados clientes a locais um pouco suspeitos.
Pois então.
A Descontrolada, no intuito de manter intacto o que resta de sua (parca) sanidade mental, desenvolveu um método todo peculiar de investigação.
O marido telefona avisando que vai ficar até mais tarde no trabalho. Ok, ela reage com calma, toda a calma que uma mulher descontrolada consegue ter nessa situação.
Senta no sofá da sala e espera. Quando o marido chega, ele já sabe: já vai desabotoando a calça e mostrando o pingolim. Ela chega perto e dá uma cheiradinha.
O critério de avaliação é o seguinte: se estiver fedidão, ok, ele falou a verdade e estava mesmo trabalhando que nem um louco. Se estiver cheirosinho, xiiiii... tem gente que vai dormir no sofá, porque ele só pode ter aprontado todas.
Por isso que o meu lema é: prefiro ser corna a ser procuradora de indícios. O mico é muito, mas muito menor!
E não é que, depois de um longo período sem inspiração, eu fico cheia de histórias pra contar, e justo nessa mesma semana o Feitor sai de férias, todo livre leve e solto, e me deixa completamente atada ao tronco?
Almoço de domingão.
Chego na Mamãe Celia, e a oferta de pratos, como sempre, é diversificada.
Ao sentar na mesa, depois de um micro momento de dúvida, anuncio minha decisão: Já sei. Vou comer um prato de cada. Ao que a namorada do meu irmão (vejam bem, senhores do juri, a namorada do meu irmão, alguém que chegou há relativamente pouco tempo) comenta:
É, Dani, ninguém imaginou que você faria diferente, mesmo...
Agora já era. Espalhou de tal maneira que o negócio é mesmo relaxar...
Não é a comodidade de receber no quentinho da minha casa, sem ter que sair, estacionar, pegar fila.
Não é o preço, que pode ser bem mais baixo que em outros lugares.
Não é o catálogo, que também é muito mais amplo que o da maior parte dos concorrentes.
A melhor parte de comprar livros pela internet é a quantidade descomunal de plástico bolha no qual eles vêm acondicionados.
Plect.
Como faz pra convencer um cidadão que comer abacate NÃO causa crise de tontura, principalmente se a tal da crise apareceu mais de cinco dias depois da ingestão da fruta?
Porque eu, definitivamente, não sei. Tanto que, vencida pelo cansaço, capitulei nos cinco primeiros minutos e soltei: Sim, de fato, é melhor o senhor não comer mais abacate então...
É ser escalada para um bate-volta que envolve muito mais que doze horas de vôo (sem nenhuma passagenzinha pelo Free Shop pra compensar, quem mandou nascer no Brasil?), afinal, alguma desvantagem tem que ter em ser a única qualificada da empresa com menos de cinquenta anos, e descobrir que vai ganhar muito menos milhas do que acha que mereceria. Mas muito menos. Uma quantidade que seria obtida com umas cinco ponte aéreas e pronto.
Nem assuste nem se espante, porque eu não vou MEEEESMO falar uma palavrinha sequer dessa coisa toda de política, que eu definitivamente não estou aqui pra isso.
Mas uma coisa não me sai da cabeça desde sexta feira...
Você consegue imaginar o tamanho da bunda do cidadão que continha cem mil doletas na cuequinha de Superman? Porque ele carregava, no mínimo, mil notinhas.
Será que ele achou mesmo que ninguém ia achar estranho uma supermaximega bunda?
- Momento de glória é aquele em que você chega na casa dela, a lendária Costanza, como convidada de um micro comite (sim, muito menor que o mais exclusivo dos petits comites) vestindo uma jaquetinha de veludo vinho que você comprou em uma loja descolada que você e mais meia dúzia conhecem naquele mesmo dia. Aí a Costanza olha e, antes mesmo de te falar oi, diz que o seu casaquinho é tudo de bom, que ficou muito bem em você e que adorou o jeito como você combinou com o cachecol.
- Momento feliz é almoçar com seu amigo muito mais que querido e voltar brincando de videoclipe da Cher em frente ao prédio da Elke Maravilha.
- Momento de ensinar é aquele em que você induz, de leve, a sua afilhada-coisa-mais-fofa do mundo a escolher a casinha das Meninas Superpoderosas ao invés da casinha das Princeses (idiotas) a título de presente de aniversário. momento de aprender é quando a sua mesma afilhada-coisa-mais-fofa-do-mundo nem titubeia antes de escolher mesmo a das Meninas Superpoderosas, e ainda te dá um beijinho muito gostoso.
- Momento de reavaliação é quando a Lia e o seu Mino vão viajar no mesmo final de semana e te deixam lá, abandonada e sozinha (buá). E você pensa: De que adianta ter dois namoardos se os dois vão viajar no mesmo dia???
- Momento de felicidade é acordar as onze da manhã friaquenta, olhar pro lado de fora e pensar: nah. Virar de lado, pegar uma revistinha e descansar mais um pouco.
Aí estava lá, a equipe que cuida dos geradores da Fashion Week. Todos verificando se estava tudo ok, etc.
acompanhando tudo, um segurança. E que segurança. Negro, alto, forte, uma coisa.
De repente aparece uma típica figura "do mundinho": esbaforida, vestida de um jeito incompreensível para os pobres mortais, óculos de grau de aros largos.
Ela vem correndo, olhando ao redor, bem no estilo radares ligados captando tudo.
Bate o olho no segurança, dá uma bela medida no fofo e fala: Quer ganhar 150 reais? Meio assustado, porém tentado, e sem a menor idéia do que estaria por vir, ele olha para o chefe. Chifia dá o alvará: Vai, filho, vai.
Ele vai. Um pouco mais de meia hora depois, ele volta. Olhão arregalado. Vocês não sabem o que aconteceu.
Sim, todos sabiam, mas deixam ele contar: Fui parar em cima da tal da passarela. Desfilei. Quando cheguei lá dentro, a mulher me fez tirar a roupa. Falou que iria experimentar uma roupa em mim. Tudo bem, 150 contos pra experimentar a roupa... Deixei. Quando eu já tava só de cueca, ela falou que o mano que ia desfilar tinha dado o cano, e que eu ia ter que desfilar. Falei que não, que a dona tava doida, mas a mulé era tão esperta que nessa altura minha roupa tinha sumido. Se eu quisesse fugir, ia ter que sair de lá de cueca! Fazer o que, desfilei, né? Até que foi bom no fim...
Te cuida, Santoro, te cuida que o rapaz pegou gosto pela coisa.
Doce de leite da Aviação. Sim, aquela da manteiga, sabe?
Então, o que eles conseguiram fazer foi um doce de leite que é uma evolução do leite condensado cozido. Sim, ele foram capazes de melhorar o que já era perfeito.
Experimenta, que vale a pena: na colher, com pão, com bolacha, com queijo... ou, minha versão atualmente favorita (atualmente porque eu já tive umas 300 idéias e tenho intenção de testar todas): com waffle, daqueles quwe vêm congelados e ficam prontos em cinco minutos de forno.
Maravilhoso.
Agradeço ao senhor São Pedro pela sequência de dois dias de muito sol e calor gostoso em pleno mês de julho.
Se tiver mais aí, pode mandar que a gente agradece a aproveita.
Porque o finde teve uma sequência de dois jantares absolutamente memoráveis.
Na sexta, no Badauê, com pratos que não constavam do cardápio, preparados exclusivamente pela chef-muito-fofa, que veio à mesa para "sentir o que vocês querem". Contribuindo, um moço-que-tocava muito, mas muito bem, e que não se importou de atender a uns nove pedidos de música consecutivos, vindos de apenas uma mesa. Me fez inclusive rever o meu ódio incondicional por música ao vivo... Tempo total do jantar: muito mais de três horas, de frente para o mar, com a noite meiofriazinha e aquela brisa muito deliciosa.
No sábado foi no Acqua, em cima de um morro, vista deslumbrante. Comida de comer ajoelhado. Companhias agradabilíssimas. Caipirinhas diferentonas. Muita, mas muita risada.
Sabe quando você pensa "se o mundo acabasse agora, tudo bem"?
Então, destes.
Ontem iniciei minhas aulas de frescobol com o professor mais fofo que existe em toda a face da terra. Ele tem paciência infinita com o meu, digamos, despreparo e não reclama por ficar horas a fio debaixo do sol com uma aluna completamente obcecada.
Já combinamos de invadir a área dos fescobobos no parque, além dos treinos na praia, que continuarão sempre que possível.
Uma jogadora de frescobol está a caminho.
Aguardem.
A melhor parte de participar de um bloco de mega Peruas Especializadas com P e com E maiúsculos é que você pode fazer o que quiser, que nada será espantoso.
Outro dia, em uma reunião da classe, debatíamos os problemas domésticos, já que a maior parte das integrantes detém sua própria moradia.
Uma das mais Especializadas contava seu drama:
O pior foi que eu tive que comprar um monte de coisa, assim, de uma vez só e do dia para a noite. Geladeira, sofá, cama, estante, tudo... foi uma fortuna. E o pior é gastar todo aquele dinheiro naquilo... você não tem a sensação de estar comprando alguma coisa pra você... sim, era pra mim, mas eram coisas de casa, sei lá...
Murmurinho na platéia. As outras Peruas estão completamente solidárias com o grave problema enfrentado por sua companheira. Ela segue.
Quando eu terminei tudo e fiz as contas de quanto tinha gasto... me deu uma revolta! Meeeeu... saí que nem uma louca, fui na Arezzo e comprei três sapatos e duas bolsas. De uma vez só. Sem nem querer saber quanto custava. Costumo comprar sapatos mais baratos, mas dessa vez não quis saber! Eu merecia. Fui lá e me dei de presente. Gastei quase a metade do que eu tinha gasto com as outras coisas, e foi muito, mas muito mais legal!
Nesse momento, a platéia irrompe em aplausos. Todas sorriem, embevecidas com o final feliz de tão dramática história...
Está bem no meio de uma jornada exaustiva de trabalho?
Saiu antes das oito da manhã de casa, já são mais de seis da tarde e ainda não há perspectiva de voltar pra lá?
Sabe que, chegando em casa, vai ter que continuar trabalhando até o começo da madrugada (ou o meio dela, se você bobear)?
Teve que desmarcar seu date por causa disso tudo?
Não se desespere.
Pare tudo. Sim, tenha um surto, um chilique, e pare tudo.
Ligue para o cabeleireiro e diga: quero serviço completo. Agora.
Vá. Faça hidratação no cabelo, depile, manicure, pedicure, massagem.
E volte, linda, loura e japonesa, para o tronco.
Porque "há de ser escrava, mas sem perder a classe".