O que você estará fazendo na noite de hoje para amanhã, umas quatro e pouco?
Dormindo? Dançando? Beijando na boca?
Sorte a sua, amigo...
Estarei levantado pra ir trabalhar.
Wish me luck.
A mocinha-do-laboratório que faz alguns trabalhos pra gente mandou hoje, junto com os resultados da semana, uma trufa de nozes giganta pra mim e uma pra Cleo. Outro dia foram bombons.
Fala se algum dia eu vou trocar de parceiro?
Qualquer dia minha pequena me mata do coração...
Sexta feira eu estava na casa da Tia-Vovó-por-um-dia-Celia com a Julia.
Estava um pouco cansada, e enquanto ela tomava mamadeira resolvi deitar um pouco no sofá pra ler uma revista.
Ela veio, deu uma olhadinha que ela faz, pegou uma outra revista e deitou no colchãozinho dela, que estava no chão, ao lado do sofá. Colocou a revista em frente à carinha, olhou pra mim e deu uma risadinha.
E eu fui derretendo, derretendo...
Calaro que na hora de ser assassinada e de machucar a beiça eu não poderia seguir o senso comum, ou poderia?
Nãããããão... respondem os membros da digníssima platéia.
Vamos aos causos então:
O assassinato
Outro dia eu sofri uma tentativa de assassinato que quase foi bem sucedida.
Estava distraidamente saboreando um bem casado quando o Minou, aquele que eu nunca imaginara que um dia atentaria contra meu bem estar físico, teve um chilique, me deu um susto e começou uma sessão de coceguinhas (ô brincadeirinha idiota). Resultado? Engasguei com o bem casado e por pouco não pereci. Imagina o atestado de óbito?
Lá no campo "Causa Principal": afogamento.
"Fatores que contribuíram para a morte": bem casado
Que beleza.
O caso da Beiça Dando sequência ao filme "Se machuque bizarramente com Daniella", uns dias depois eu estava escovando os dentes quando, na sanha dfe aniquilar a placa bacteriana, errei a mão na escova.
Resultado: um corte imenso entre o lábio inferior e a gengiva correposndente, bem na parte da frente, que está me impedindo de falar, sorrir e comer sem sentir dor. Comer algo bem salgado, então, é uma tortura. Pareço a Dona Marta Botocada, só mexo o lábio superior...
Minha mãe me colocou de castigo, falou que vou ter que ficar uma semana sem escovar os dentes! Rararararara.
A obtenção da liberação do crediário foi algo que exigiu todo o meu talento labiístico, inclusive. Porque eu era uma Nivalda, sem documento algum além da carta de motorista, querendo crédito. Tem cartão de crédito? Não. É funcionária registrada? Não. Tem comprovante de renda? Não. Tem casa em seu nome? Não.
E mesmo assim consegui.
Eu tiro leite de pedra.
Na sanha assassino-consumista que tomou conta do meu ser na tarde de ontem, saí desembestada pela cidade em busca de um DVD. Queria porque queria um aparelhinho ontem.
Calaro que comprei. Mas como eu queria pagar em duas parcelas, e não três, tive que... tcharam... ABRIR UM CREDIÁRIO!!!
Sim amigos! Eu agora tenho um crediário. Porque o sistema ultra inteligente do nosso comércio permite que você compre uma coisa em três parcelas de 150, mas não em duas de 225, entendeu? Quer pagar mais em menos vezes? Crediário já.
Mas o que importa é que deu certo e agora sou proprietária de um lindo DVD e de um belo carnê do crediário. Ou iéis.
ps. alías, aceito doações de uma TV stereo super digna pra completar o meu rômitíti, porque a minha véinha não é compatível e as gambiarras propostas pelo Minou tiveram resultado apenas parcial...
Tinha umas velhinhas dos infernos na fila da frente que não paravam de falar. Parecia que elas estavam no filme do Didi e os Trapalhões. Dei um chutão na cadeira de uma delas, mas não havia meio de fazer as malditas calarem a boca. Falaram até o fim da peça mesmo.
Ao invés de ir ao cinema no finde, fui ao teatro, ver a patifa da Mademoiselle Chanel.
A nega era realmente fantástica. Além de ter inventado um monte de coisas bacanas pra gente vestir (o que seria da minha coleção de bolsas se a diaba não as tivesse inventado?), ainda tinha uma linguinha afiada, do jeito que eu gosto. Alllltas tiradas cheias de soda cáustica fazem qualquer um rolar de dar risada.
Só não consigo entender a escolha do Teatro da Faap (local apertado e mal distribuído) como palco pra montagem. Será que é por causa da elegância das alunas do lugar?
No finde, meu amigo, eu comi que nem uma anta descontrolada. Teve almoço crasse promovido por mim mesma, teve orgia gastro etílica no Astor, teve grego da Zepa que me deixou entupida ontem o dia todo e hoje de manhã...
Enfim, teve de um tudo.
Me explica isso: o cara trabalha em um local super bem localizado, entra as dez da manhã, tem carro e ainda por cima chega atrasado?
Com o agravante que o fofo trabalha em um estabelecimento comercial e é o responsável por abrir o tal estabelecimento. Se não está aberto, não vende, não fatura, não ganha dinheiro. Dentro da loja, uns quatro funcionários estão o esperando desde as 09h30. Nenhum dos quatro tem carro, todos os quatro moram longe.
Chega uma cliente e o porteiro avisa que vai atrasar "um pouco, coisa de uns quinze, vinte minutos". Perguntado se aconteceu alguma coisa, ele responde que não, que é sempre assim, que o gerente sempre chega atrasado.
A cliente desiste da compra e vai resolver a vida. Meia hora depois (sim, 10h30), ela passa por lá de novo. Ainda fechado. Desiste e compra na concorrência (que é cruel na região).
Mais uma pergunta: como um indolente dessa monta ainda está empregado?
Inventei um jeito novo de prender o meu cabelo, algo que eu nunca havia tentado, e fiquei super feliz, porque agora posso trabalhar de cabelo praticamente solto mas sem cair na cara. Rou rou rou.
Aqui não tem lugar pra coitadinho. Nessa empresa a gente lida bem com qualquer um, menos coitadinho. Pode ser filho da puta, não tem problema, que com filho da puta a gente tem até experiência, mas não vem dar uma de coitadinho não.
Afe, que ainda estou passada após a estarrecedora notícia de que gastei o equivalente a cinco belas blusas de trabalho ou, para quantificar bem a desgraça, meio mês de trabalho na feeerma de Guarulhos em... tcharam... pneus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Que gostoso, que legal.
No domingo, depois de ler uns livrinhos e dar umas cochiladas no parque, fui almoçar em um boteco novo. E excelente. Chama São Jorge, e é dos mesmos donos do Posto 6. Eu achei ótemo. Tem uma polenta frita que acompanha o galetinho e faz verdadeiramente feliz.
Ontem a noite acontecimentos potencialmente estressantes tiraram umas duas horas do meu sono. Ainda bem que eu tenho uma rede de apoio sempre alerta que está lá, plantão 24 horas, adivinhando quando eu preciso "dar só uma conversadinha" antes de dormir.
Mas aí as horas passaram. Conversei de novo com a fonte de potencial stress e fiquei mais tranquila. Adoro essa bendito tempo, porque ele passa. Adoro mais ainda quando o danado passa rápido...
Na sexta passada, fato basicamente inédito, estava trabalhando pela região da Paulista o dia todo. E não é que eu vou lá e dou de cara com o outro Membro da Irmandade? Que diliça. Acabou dando certo de almoçarmos juntos e o fofo teve o cuidado de levar uma guarda chuva, apesar da garoa que não mudava em nada a vida dele, porque afinal "Ah, Dani, você faz escova..."
Um lindo.
Nos três dias úteis que restaram à pobre semana passada eu fiz três coisas: trabalhei como uma camela, briguei com a Vivo e com a Congás. E só. Sooooo exciting.
A Dona da História - admito, admito, admito. Eu não sou mais a mesma. Talvez esteja de fato me tornando uma fraca. Mas tenho que dizer: eu chorei antes, durante e depois do filme. Literalmente. Paguei o Mico mode King Kong de verter lágrimas já devidamente instalada no balcão do Balcão ao ouvir a opinião do digníssimo sobre determinada cena. Óquei. Agora vou ali cortar os pulsos.
Kill Bill 2 - ou iéis. Eu amo o Tarantino. Pena que dessa vez teve menos sangue, mas morreu um montão de gente e eu me diverti horrores. Principalmente às custas do olho da Uma Sereia em Minha Vida. Estou redimida e não preciso mais cortar os pulsos. Oba!
Eu juro, prometo, repito. Nunca mais vou à Bienal.
Pode ser de graça, pode estar vazia, pode qualquer coisa. Não vou e pronto.
Tinha feito essa promessa há umas duas ou três Bienais, mas, tola e muca que sou, esqueci do juramento ao saber que se tratava de evento digrátis, do lado de casa...
Enfim, agora é sério. Nunca mais.
Porque eu continuo não achando a me-nor graça em ter que andar umas duas horas por um lugar abafado e cheio de gente, ter que ver umas 200 obras e mais umas 351 aberrações, pra no final falar: ah, mas eu gostei daquele quadro e daquela instalação. E só isso.
Não me pega mais, desisto.
No melhor estilo O Melhor de Dois Mundos em Apenas 24 Horas, eu e Minou rumamos diretamente da floresta para o casamento da Pati. Não antes sem um pit stop básico em um restaurante árabe a título de almoço, no qual comemos até nos empanturrar, óbvio.
Ao casório, então.
Estava tudo lindo. A igreja estava maravilhosa, a noiva, translumbrantemente luxenta com suas camélias na cintura e nos cabelos, o local da festa todo decorado de flores coloridas...
E o jantar. Ou gód, o jantar. E mais a mesa de docinhos, a de sobremesas e os bem casados. Ou gód. Os bem casados. Pergunta pra Lia o que ela achou dos bem casados. Dada a quantidade ingerida pela Moça, acho que ela pode opinar com propriedade.
Pra completar, uma champã gelada a noite toda, música animadésima e uma boa amostra das pessoas mais queridas que eu conheço.
Dá pra ter idéia, não dá?
É sempre basicamente divertido participar de incursões ao mundo encantado das florestas, principalemte se você levar seus próprios gnomos na bolsa. E foi o que eu fiz no (já longínquo) feriado.
Tá certo que choveu cântaros, ao contrário do que prometera Josélia-Pegorin-da-Climatempo-Especial-Para-Eldorado. Mas o que a gente comeu de churrasco, bebeu de caipirinha e deu de risada foi brincadeira. O mais divertido aniversário do Adriano do qual já tive a honra de participar.
Bom, aí eu acordo sonaaaaaaaaaaaaaada, muito cedo, pra ir pra Sorocaba City.
Véspera de feriado, e a monga pegando estrada pra ir trabalhar.
Claro que tomei um chá de cadeira desnecessário e saí de lá muito depois do esperado. Normal.
Voltei pra São Paulo (sim, não eram nem onze da manhã e eu já rodara uns 200 km).
Resolvi fazer uma coisa feia: passar na manicure na hora do almoço. Claro que quem decide trocar o almoço pela manicure (quarenta minutos de chazinho, mimo e Revista Caras) merece ser punido...
Pois não é que tinha UMA FEIRA bem na rua da manicure???
Sim, uma feira. Como aquilo foi parar lá???
Fazer o que?
Vim pro silviço quietinha, quietinha... a manicure fica pra segunda, então...
Na minha vida de peão eu passo cada uma...
Ontem a tarde uma doida descontrolada, inconformada com a explicação recebida (explicação aliás que ela já tinha recebido antes e não tinha aceitado), resolveu sair berrando e dando escândalo.
Até aí óquei, que eu já estou quase me acostumando com essas malucas. O problema maior foi que a doida resolveu que ia arrancar outra da cadeira pra me fazer ouvi-la de novo. Além de tacar uns papéis na minha cara, a fofa.
Quando a situaçã foi se armando modos que eu acreditei que ela ia chegar as vias de fato (ou as minhas fuças de fato), eu me pirulitei.
Em uma manobra arriscada, abri a porta do consultório, fui obrigar a descer do salto e dar uns bons berros com a fofa para comunicar que se ela não limpasse a área e me deixasse trabalhar em paz eu ia chamar reforço policial para atingir o objetivo.
No fim tudo se acalmou, a descontrolada saiu resmungando e dizendo que vai me processar, que vai chamar o presidente da república pra me pegar, mas eu saí fisicamente íntegra.
Agora, ó que bom, já posso mandar meu currículo pro Pograma do Ratinho pra trabalhar no quadro do teste do DNA!!!!!!!!!!!!!!!
Havia um outro grupinho conversando nos seguintes termos:
- ABBABCAB?
- Não. BBACB
- Ok, mas aÍ, CBAACBA.
E o pior é que ELES ESTAVAM SE ENTENDENDO! Eles estavam acalorados discutindo.
Saí de perto antes de tentar querer saber do que se tratava. Temi pela minha segurança pessoal.
O Grupinho continuava lá, ativo, e agora o alvo era uma notória Breguinha. O Grupinho fazia pesadas acusações contra a fofa. A mais grave versava a respeito do uso abusivo da cor rosa nas mais lavadas e apagadas tonalidades.
Um Membro da Irmandade assistia a discussão (porque o Outro Membro da Irmandade se ativava na função de testemunha de acusação). Na hora de dar sua opinião, ele demonstrou todo seu empenho na árdua tarefa de fazer Breguinha progredir e ser aceita pelo Grupinho.
Depoimento de Membro da Irmandade:
Quando ela chega antes de vocês em algum lugar que eu sei que vocês vão estar, eu sempre olho pra ela e penso: "Porque você faz isso???" (com uma voz de buáááá). Penso em oferecer ajuda, em levá-la, meia horinha, rapidão antes de vocês chegarem, pra dar uma volta no shopping pra ela aprender pelo menos o básico...
Consultoria fashion. Taí um ramo no qual a Irmandade e o Grupinho demoraram pra investir.
Havia um certo Grupinho destilando altas doses de veneno em um canto. De repente, uma das participantes mais pró ativas deste grupinho, que ainda não estava, entra no local.
Uma das venenosas fala para a Pró Ativa:
Que bom que você chegou! A gente estava te esperando!!!
Ao que Pró Ativa, consciente de seu papel social, rapidamente retruca:
E ontem foi a da Talitha, a mestra em me transformar numa bola com sua variedade de mini sanduichinhos maravilhosos, e mini brownies da Casa do Brownie de sobremesa...
Pessoas queridas e muitas risadas depois, além de Chifia em si, no seu lado pessoa-física-fazendo-amigos, tormaram a noite muuuuito mais feliz.
Chifia reformulou a ordem de não-se-come-mais-aqui, e finalmente explicou que os QUENTES estão proibidos. Pra deixar o povo mais a vontade (e pra se precaver de futuras situações de fome desesperadora), trouxe um pote de doce de leite com ameixa e uns pacotes de bolachas. Ou iéis. Foi o que me salvou da mais total e completa inanição na tarde de ontem.
O sol foi embora no minuto seguinte, substituído por uma garoa grossa que deve ter alagado o túnel da Diaba Loura, e muito frio. Ainda bem que eu tinha saído de casa prevenida.
Mas agora já tem buraquinho azul no céu, e além disso a Joselia Pegorin da Climatempo especial para a Eldorado garante que o fim de semana vai ser de muito sol e calor, com chuva a partir de segunda.
O que já é mais que suficiente para transformar minha estada em NoBusinessViewLand (por essas e outras que eu amo o Denis) em algo extremamente agradável, dado que ficaremos só no fim de semana mesmo.
* Não tem Mont Blanc e outras chiquerias, não. Caneta é Bic. Cristal. De umreal. Tenho dito.
* Entrar no elevador logo cedo e ouvir: Bom dia... Sorriso encantador! do velhinho de bengala é uma ótima maneira de começar o dia
* Jantar em um japinha tosquinho em ótema companhia é muito melhor que jantar em um japão ótemo em companhia tosquinha
* Meu celular fez o que eu tenho vontade de fazer todos os dias, mas nunca tive coragem: pegou a bolsa e foi embora. Agora nem fazer ligações ele faz mais
* Vestidos sem graça quando pendurados podem ficar fantásticos no corpo. Saber identificá-los é uma arte que poucas dominam
Um brasileiro morava com a esposa, mineira e viciada em pão de queijo, nos EUA. Ele veio ao Brasil, e ela pediu pro fofo levar polvilho que ela queria providenciar uns pãezinhos pra matar o desejo.
Solícito que só ele, o rapaz colocou a encomenda na mala e partir-partiu.
Ele só não contava com a possibilidade do pacote estourar. O que, ca-la-ro, aconteceu, afinal fidelidade é um conceito que Murphy ainda não absorveu.
Sendo assim, o infeliz desfilou por horas no JFK, deixando atrás de si um bonito rastro de pó branco.
Interpelado pela informada polícia local, toca o rapaz explicar o que era aquilo. Tá fácil? Óquei, então acha uma palavra em inglês pra polvilho. Explica pra um policial-de-aeroporto-inimigo-do-narcotráfico-americano-médio que polvilho existe, que serve pra comer, e que o fato de você ser um brasileiro vindo do Brasil deixando rastro de pó branco não identificado é assim suuuuper normal.
Resultado: o moço ficou horas e horas pelado comendo colheradas e colheradas de polvilho. E os policiais não se conformavam quando os cachorros treinados não reconheciam o pó. Pensavam que era cocaína transgênica.
Portanto, crianças, não tentem repetir isso em casa.
O moço não recomenda.
Vou aproveitar pra expressar mais um pouquinho da raiva que a Diaba Loura, a atual alcaide dessa vila, me faz passar.
Acordo e ouço que os amiguinhos da Diaba vão pedir ao TRE para reiniciar o horário eleitoral de rádio e TV antes do previsto (depois de 16 de outubro), dado que os votos já foram apurados e os resultados já são públicos.
Para quem, como eu, fica hoooooras sozinha dentro do carro sem CD player essa é uma notícia fenomenal. Que delícia. Eu amo horário gratuito. Porque aí tenho duas opções: ou fico sozinha no silêncio ouvindo apenas os meus pensamentos (tá, não que não seja divertido, mas aborrece), ou ouço os palhacildos fazendo minha orelha de penico.
Óquei. Tudo bem. Ela tem o direito de pedir. Espero que neguem.
Mais tarde, ao voltar pro escritório, passei pelo bendito túnel da Cidade Jardim.
Sim, um dos. Ele que transformou minha vida na mais perfeita tradução do inferno por meses a fio.
Achei que ele pelo menos era útil e que melhoraria o trânsito.
Rerere. Doooce ilusão. Mudou nadica de nada, porque colocaram uma joça de um farol bem na entrada, que demora hooooras pra abrir. Acaba que você demora a mesma coisa que demorava antes. Fora que aquilo tem uma aparência que, tomara que eu esteja errada e sendo maldosa, vai inundar na primeira garoa mais forte.
E ainda por cima a Avenida Cidade Jardim, que eu achava bonita dentro das possibilidades de beleza que São Paulo oferece, está em escombros (porque claro que a obra foi inaugurada antes de estar completamente pronta, mas eu não vou arriscar a palpitar porque) e agora é mais uma das avenidas horrendas pelas quais a gente tem que passar todos os dias.
Valeuaê, Diaba Loura.
Liguei no telemarketing da Vivo pra ver se eles fazem alguma coisa (e eles fazem, claro: colocam a culpa no aparelho! No meu e no de todo mundo!). A mocinha que me atendeu me disse que eu deveria estar ligando para outro número para poder estar fazendo a reprogramação, etc etc etc.
Fiquei pensando: como assim, meu Deus? Será que as antas que treinam essas antinhas ainda não perceberam que essa construção não existe na norma culta da língua portuguesa?
Você já reparou na quantidade de pessoas, nos mais diversos meios de comunicação, que já se manifestaram contra essa maldita combinação infinitivo + gerúndio???
No começo, óquei, eles tinham a desculpa da ignorância. A-fi-nal pessoas que lidam com o treinamento de atendimento ao público não têm a me-nor obrigação de conhecer a norma culta da língua...
Mas agora até a mais esfarrapada das desculpas datou! Socorro!
Acho que é de propósito mesmo. Assim os clientes ficam irritados e não ligam mais!
Bem que eu vi que estava tudo na santa paz demasiada...
Ontem o telefone ficou quietinho, o dia todo sem tocar, nenhuma mensagem na caixa.
Que delícia, que gostoso...
Que nada!
Hoje descobri que o maldito está com um defeito qualquer (que parece estar afetando todos os celulares da Vivo de São Paulo) que faz todas as ligações caírem direto na caixa postal. Além disso a mensagem de existência de recados também se retirou do ar por tempo indeterminado... portanto, descobri que existem pelo menos umas cinco pessoas que estão alucinadas tentando falar comigo desde ontem sem conseguir. Claro que todas elas querem coisas pra ontem (aliás, elas ligaram ontem) e que eu amo cada vez mais minha querida operadora.
Agora ela sobe as escadas da casa da minha avó, que nem um gatinho.
Quando a mãe dela chega de lá de longe e dá uma bronca, ela pára, senta toda comportadinha no degrau e dá uma piscadinha, faz uma careta e uma gracinha qualquer ao gosto do reclamante.
Vencioda a resistência da hoste inimiga, ela vira as costas e continua subindo.
Uma estrategistinha.
E teve a festinha da Ghoretti na sexta. Ótemo, porque eu estava com saudade da Dani, que estava lá, do Jader, que estava lá...
E ainda por cima peguei a super ultra mega uber fashion pulseira que a Gho fez pra mim, e que não tiro do braço desde então.
Sábado passado, aniversário da mãe da Tá: uma pulseira pra ela, outra pra mim.
Quinta passada, aniversário da Pi: uma blusa pra ela, uma sandália pra mim.
Ontem, aniversário da Tá: uma blusa pra ela, outra pra mim.
Rou rou rou, muito divertido.
A chic deu uma festinha petit comite na véspera de uma viagem-supresa pra Paris (matas, maaaata a gente de inveja, mata...). Tava divertidíssimo.
O melhor de tudo foi a Lisa, que demorou e não comeu o pavê de chocolate. E ficou olhando com aquela cara de "Ah, mas eu queria..."
Rerere. Perdeu, playboy!
A rapadura é doce mas não é mole não.
Tive mil idéias para escrever, quis vir aqui muitas vezes, mas não consegui.
Que o tronco é o meu lugar, e não tem jeito...