... véri véri biutiful...
É o meu belo bronzeado caminhoneira. Sim, porque caipa que é caipa vê sol lá fora e logo coloca roupa de ginástica (lembre: roupa de ginástica = top + camiseta por cima = duas tiras em cada ombro). E logo sai correndo que nem uma desesperada pro parque. E fica horas e horas andando no sol. E parece que esquece que o colo existe também, que não é só de vender produtos para o rosto que vivem os fabricantes de protetor solar.
E dá nisso. Sem decotes por uma semana.
Pro domingão-de-sol-marcado-por-assédios-pracísticos.
Fomos convidados para um mega jantar e comi um espaguete com molho pesto que, com certeza, vai ser difícil de ser batido...
Agora que aparentemente a Rainha dos Acontecimentos Bizarros e sua famigerada e temida Rival entraram em recesso e estão quietinhas quietinhas (ou pelo menos na moita, na moita), eu resolvi entrar no páreo.
Domingo de sol, depois de um sábado inteirinho de chuva (e de uma moqueca de peixe inteirinha), eu resolvo ir com o Minou em uma pracinha, tomar um sol na fuça e esperar o tempo passar.
Estamos lá, numa boa, tranquilamente conversando. O rapaz em questã está sentado em um banco e eu, deitada no banco, com a cabeça apoiada nas pernas dele.
De repente, uma senhora vem nos oferecer brigadeiro, pão de mel, e outras coisas que ela estava vendendo. Gentilmente recusamos. Com ela, estava uma outra mulher, que parecia ser filha dela. Claramente a suposta filha não contava com a plenitude de suas faculdades mentais.
A filha, então, olha para minha cara, e fala: Que olho lindo! Abre, abre, abre!!! Como eu já estava de olhos abertos, fico olhando com cara de quewm não está entendendo, enquanto o Minou puxa minha cabeça pra trás.
Ela sai.
Minutos depois, elas passam na nossa frente de novo. A senhorinha dá uma balançada de cabeça (do tipo: nãovãoquerer...entãotchauentão).
A minha amigan, não. Ela realmente quer ser minha amiga.
Então, ela grita pra praça inteira ouvir: Que mulher linda!!! Olha que olhos, que linda! E vem vindo na minha direção. Perigosamente. Tão perigosamente que eu fico paralisada e, por sorte, ativa o reflexo de proteção e demarcação de território dos machos do Minou, que puxa a minha cabeça em direção a ele.
Assim, graças à atitude basicamente medular do Minou, eu ganho um beijo estalado na bochecha. E não na boca.
Tenho pra mim que Santa Luzia é a Santa Protetora das Glutonas Preguiçosas.
Se não fosse por obra e graça da Padroeira, eu não teria almoçado com dignidade no sábado. Comi siri ao forno, salada e arroz com espinafre, no aconchego do meu lar, e tendo gasto apenas uns 15 minutos entre escolha, compra e pagamento, mais uns 15 minutos de trabalho do anão que mora dentro do meu microondas.
Salve Santa Luzia!
O filme já era divertido. E ainda fui acompanhada do Minou, da Talitha (coitada, é a única citada por nome aqui, todo mundo sabe que foi ela, buáaááááááááá) e o Pedro.
Depois fomos tomar uns chopex no Balcão.
Estou achando que, além de tomar Memorex, eu vou ter que começar a anotar as coisas blogáveis que as pessoas falam. Porque no sábado, váááárias coisas que a gente falou iriam parar aqui, mas eu não consigo lembrar de nenhuma delas.
Anything else, do Woody Allen (esqueci o título que deram em português).
Ao contrário do último, esse não tem uma-piada-genial-no-fim. Nesse você dá risada a toda hora, de um risinho de identificação até uma gargalhada aberta.
Divertido, e ainda por cima mostra como uma filhote-de-família-Adams pode virar uma Deusa do Sexo, bastando que para isso ela seja boa atriz.
Ah, e o figurino da Amanda é, na boua, tuuuuuuuudo nessa vida. Onde tem daquelas saias?
Quinta feira fui na inauguração do show room das jóias ma-ra-vi-lho-sas da Goretti.
Lindas de babar, perfeitamente adaptáveis aos mais diversos tipos de orçamento, modernas e luxuosas.
Por que a mim, duas pessoas irritam atualmente.
Uma elas encontro sempre, e ouvir a voz da diaba já é uma tortura.
A outra, mal conheço e encontro pouco (ainda bem!), mas as opiniões e as atitudes dela me irritam tão profundamente, que só lembrar que ela existe já me irrita pordemais...
Pintei as unhas de bege, meio marrom, hoje.
Confesso que me sinto estranha.
Quando a manicure terminou e falou: gostou? Quase que eu respondi: não! Tira e troca??? Mas o salão já estava fechando e eu fiquei com dó.
Agora vou ficar com essa unha esquisita a semana toda.
Preciso voltar a ser eu e ter menos dó das pessoas.
Comprei carne! Sim, carne, crua, não temperada, tipo uns bifes!
Desnecessário dizer que eu comprei uma lá que eu achei bem vermelhinha e sem muita gordura, sem ligar pra essas formalidades do tipo "qual é o nome da carne".
Mas cheguei em casa e, prpare-se, FIZ A CARNE!
Commolho de champignons!
E ficou boa!
Afe, que agora eu não paro mais...rerere
Jantar sucrilhos nunca mais.
Porque na incursão ao mundo das plantas comestíveis de ontem, adquiri:
* tomate
* pepino
* algumas frutinhas
* pimentão. Sim, pimentão!!!
*alface, almeirão, repolho, beterraba (salada já picada e lavada , e beterraba já ralada contam? Claro que contam, né?)
A empolgação era tamanha que eu quase comprei uma abobrinha e uma beringela. Nas achei que ia ser muita informação e desisti...
Se põe no lugar desse ser:
Ele chega na casa da Namorada, no domingo a noite, depois de uma viagem-semana-tronco daquelas. Da-que-las, sabe? Então, daquelas. Com uma carinha e umas olheirinhas que, de fato, corroboram com a história apresentada.
Pois bem. A fofa informa que vai ter que dar uma passadinha no escritório, pra pegar uns papéis. Ele se prontifica a ir junto, na mesma hora. Na volta, ela vai aproveitar pra fazer um mini-tour pelas imediações, deixando objetos nas portarias de várias amigas.
Ok, vamos então, ele responde.
E vão. Deixam a cama quentinha e macia, e vão. Tudo ia bem, até que, faltando menos de um quarteirão pra chegarem de volta, a fofa sente algo estranho na direção. E de fato havia algo estranho.
Pneu. Furado.
Ele desce, com a maior cara de paciência do mundo, e troca o tal do pneu. Evoluidamente, sem dar nem uma praguejadinha (coisa que ela, gralhaloucadescontrolada, se encarrega de fazer pelos dois).
Sei não. Pra mim, esse moço deve estar em um estágio mais avançado de evolução...
Aí agora eu dei uma passadinha na Liberdade (rerere, nome mais apropriado que esse...) e agora eu tenho um secador vinho!
E com uns 300 não-sei-o-que a mais de potência que o anterior!
Rou rou rou
Mais bonito e mais eficiente. Evolução em curso.
Eu achei que entrar em um ônibus escrito Terminal Santo Amaro, assim, desavisadamente, sem saber o que lá me esperava, na sexta feira as cinco e meia da tarde carregando uma bolsa, uma pasta e uma malinha era punição por todos os meus pecados.
Mas não, tinha mais.
No dia seguinte, fui domar a samambaia pra ir de bonita almoçar com as amigas. Assim, comportadinha.
Domei quase tudo. Quando faltava apenas o mais importante, que pode ser traduzido por A PARTE DA FRENTE, o secador rateia.
Solta cheiro de queimado. Uma fumacinha.
Penso seriamente na idéia de pular da janela, mas ele colabora e termina a tarefa.
Dia seguinte, domingo.
Calor, solzinho gostoso.
Vou com a Lia passear no parque.
Atléticas e bem condicionadas que somos, chego em casa suaaaaaaaaaaaada.
Banho, imediatamente. Mais um almoço em lugar-delicioso-e-aberto combinado.
Saio do banho. Ligo o secador. Nada. Tento arrumar o fio. Nada.
Sinto vontade de sentar e chorar. De verdade.
Meu Deus, como eu vou sair de casa assim, DE CABELO MOLHADO????????
Mas existe uma luz no fim do túnel. E ela chama Talitha, tem cabelo tão escorrido que na boua dispensa o secador (portanto, não tem como quebrar por desgaste por causa do uso excessivo) e é praticamente minha vizinha.
Sou salva, por um triz. Pelo gongo.
Ah, o ônibus de sexta? O que aconteceu lá dentro???
Esquece. Não quero nem lembrar.
Rainha que é rainha é assim: cansa do silviço, chega no patrão e vai embora.
Mas chifia que é chifia não larga sua escravinha assim tão fácil... faz a moça cumprir período de purgatório e prende a danadinha, faz ela ficar mais uns dias cumprindo tabela sem ter assim, muuuuita coisa pra fazer.
Mas quem é Rainha nunca perde a majestade...
A nega vai, em plena sexta feira, e fax almoço-mode-estendido. No qual, na companhia de três patifes, mata duas garrafas de vinho.
Chega travaaaaaaaaaaada na feeerma depois do almoço e tumultua toda a seção. Tanto que é mandada, exilada, para os adevogados. Em uma tentativa desesperada de silenciar a ser, adevogados se cotizam e dão chocolates para a fofa.
Ela enfim fica lá, quietinha, matando a larica-da-travacion, comendo seus chocolatinhos.
Quando enfim dá seis horas, ela pega a bolsa e vai embora.
Dormir e se preparar para a festinha de logo mais.
Rerere. Fiquei com inveja. Quero ser demissionária também.
Nássa, nem sei se ia postar hoje, mas a Kaleda me ameaçou de lá de lonjããããão e, como eu sei como ela é, fiquei com meda muita meda. Senta, povo, que lá vem história.
Tá bom Kaledinha, assim? Suquinho?
Rainha dos Acontecimentos Bizarros, pra mim, está eleita e ninguém tasca. Vai pro trono.
Revoltada com a ação da Rival que atacou e se posicionou na linha de frente ao bitocar o filhote de Maradona com Marlene Mattos, Rainha (eleita por aclamação) resolveu contra atacar.
Pois não é que a fofa resolveu que, na sexta feira, iria promover uma festa pra retomar o posto ameaçado?
Ciente do perigo, Rainha cercou-se de todos os cuidados.
Local da Festa: Rodovia Raposo Tavares.
Localização um pouco mais específica: um motel localizado no logradouro supracitado.
Modo de entrar na balada: passar em uma triagem que separava os convivas dos usuários habituais do local.
Testa de ferro escolhido pra ser acusado de promover a balada: um recém chegado do Timor Leste.
Meio de transporte utilizado para chegar a tal festa: carona de uma semi-desconhecida.
Meio de transporte previsto pra retornar do convenscote: carona de uma amiga.
Traje utilizado pela amiga-suposta-carona: meia arrastão e cartola. Não era festa a fantasia nem exigia-se uso de chapéus, frise-se.
Atitude da suposta carona: relaxa, nega. Vou ali no palco apresentar meus dotes de dançarina de lambada e já volto.
Meio de retorno da festa: Deus. Sim, ele mesmo, que personificou na forma de um Bofe Bem disposto a resolver a questã toda.
Sábado de sol, calorzinho gotoso.
Toca o telefone, e do oputro lado da linha tem um convite: Vamos almoçar no Mercearia? Como não?
Praticamente um quintal de uma casinha em uma rua ultra arborizada, lotado sempre de gente basicamente bonita.
E companhias incrivelmente divertidas.
Resultado: quatro horas sentada na mesa, vários baldinhos de Bohemia consumidos, encontro casual com a Amante Francesa, dor de barriga de taaanto dar risada e causos e mais causos pra alimentar esse bloguinho...
Acho que vai dar assunto pra uns três dias.
Fui ver, sem muita fé, Brilho eterno de uma mente sem lembranças. Uou, uou, uou.
Não sei se o filme é bom mesmo ou se foi a falta de expectativa que potencializou o resultado, mas eu achei A-NI-MAL.
Me disseram pra ler Quebrando o Código da Vinci, me disseram que o livro contém uma série de forçações de barra, erros históricos e talz.
Não quero nem saber. Continua sendo um puta policial bem escrito e pronto.
E ninguém fala mal dele na minha frente!
Rou rou rou.
Li. Li. Li.
Inteirinho, todas as letras. Nenhuma vírgula escapou.
Tempo recorde: quatrocentaselávaipágina em quatro, sim, amigos, eu digo QUATRO dias.
Sendo que nos intervalos eu tive que trabalhar, tomar banho, comer, comprar bananas...
E agora, ufa, eu tenho minha vida de volta.
Está certo que eu pensei em pular da janela quando eu termieni o Código da Vinci, dada a falta de sentido que se apoderou da minha vida, mas aí eu fui almoçar no Mercearia, e passou.
O livro Código da Vinci.
Ainda mais se você usar a tática de leitura recomendada pela Amante francesa, e tiver a tiracolo as obras de Leonardo da Vinci enquanto lê.
Porque aí corre o risco de você querer voltar logo pra casa pra poder ficar lendo, de dormir de luz acesa, óculos e agarrando o livro como se fosse um ursinho de pelúcia, tirar o telefone do gancho pra não ser incomodada enquanto lê e vexames quetais...
A diabinha da turquinha voltou pra Itália.
Dizem as más línguas que foi caso de deportação por mau comportamento, a danada alega que não, e eu sei lá o que aconteceu, só sei que quero que ela volte. E logo.
Sexta feira, sentada na mesa do santo Grão com três amigas lindas-maravilhosas.
Um tiozinho que estava indo embora pára na nossa frente e pergunta: alguma de vocês trabalha com moda? Todas olham com cara de pastel e uma responde, estranhando: não... Ao que o tiozinho replica: ah... é que vocês produzem encantamento! O que em outro contexto poderia ser uma cantada barata, digrátis, sem sentido, soou apenas como um elogio lisonjeiro, dado que o tiozinho falou e foi embora, ele só elogiou por elogiar, pra que soubéssemos o quão encantadoras somos! Um fofo.
E hoje, ao retornar do almoço da libertação, estava esperando o elevador. Dois senhores estavam ao lado da porta que abriu primeiro. Imediatamente, o primeiro segurou o elevador, olhou pra mim e disse: por favor. O outro fez sinal de você primeiro com as mãos. Entrei, gloriosa, e agradeci a gentileza. Os dois falaram: imagina, senhorita.
Sim. Esses tiozinhos e senhorzinhos deveriam dar aulas de boas maneiras pra alguns ogros afoitos e esbaforidos que andam soltos por aí...
Descobri um restaurante aqui perto do silviço, com preço equivalente ao da concorrência, de comida boa e ambiente legal!
Ueba! Será o fim da ditadura do tiozinho-malcriado-dono-do-ex-último-quilão-decente da região!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Nássa, que estava esquecendo de contar que no sábado, armada do meu cúmplice, me piquei pro Pirajá a título de almoço. Desnecessário dizer que o tal almoço virou nada mais nada menos que horas e horas e horas de botecagem explícita, com alto consumo de coisas saudáveis como chopes, kibes, bolinhos, queijinhos...
E que no domingo, acompanhada da corja de ajudantes mais tudo-nessa-vida do mundo, permaneci das duas da tarde as onze da noite em um churrasco, comendo toda a carne do mundo e tomando grande parte da cerveja...
E dá-lhe corredor dos vegetais na segundona...
Imbuída do mais nobre espírito desbravador (além das mais imensas pança e bunda que jamais tive em toda a minha existência), resolvi continuar minha incursão pela ala dos vegetais do supermercado da esquina.
Eis que me deparo com a seção das bananas. Qual não é a minha surpresa ao descobrir que existem mais tipos de bananas entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia.
Maigód. Já não basta decidir que eu quero comprar bananas? Tenho que saber se quero a prata, a maçã, a da terra?
Na falta de uma velhinha por perto, e com Vovó Bel fora do alcance do meu telefone (que estava sem bateria, como sempre), resolvi ser uma mulher-que-faz. Chutei.
Comprei umas quatro lá. Qual delas?
Não lembro. Nem fazendo muito esforço.
O resultado? Não sei ainda. Estavam meio verdes e eu coloquei dentro de um saquinho plástico pra ver se elas amadurecem logo. Rará. Isso eu lembrava, da aula de biologia!
Amanhã vou acordar cedo pra correr e espero que elas já estejam consumíveis. Aí vou saber se escolhi bem.
Se bem que nunca mais vou lembrar de qual tipo eram, pra comprar igual de novo...
Ô vida dura...
Nássa, que hoje eu estou cheia de enigmas a desvendar.
Essa veio de um queridíssimo-mega-fofo atualmente exilado:
Recebi ontem o email que segue, copy pasteado sem nenhuma alteração:
ESTOU AQUI PARA LHE CONTAR 1 CASO MUITOE STRANHO QUE PASSOU COMIGO ESTA SEMANA...
RESOLVI ENFIAR O PE NA LAMA EM UMA BOTECA HETERO COM UNS AMIGOS SUPER MODERNOS... BOM CLARO QUE RESOLVEMOS MUUUITO O POBREMA E FICO TODO MUNDO NAQUELE ESTADO NE .. AI EU FALEI QUE IA NO BANHEIRO E FUJI PARA MINHA CASA ... DORMI COMO 1 PRINCESO E QUANDO ACORDEI NO DIA SEGUINTE FUI PEGAR A MINHA ROUPA QUE EU USEI NA NOITE DA TRAVACAO E QUANDO EU CHACOALHEI A MINHA CALCA UMA ARANHA INTEIRA DE CRYSTAL VOOOU DO MEU BOLSO A INDIVIDUA CABIA NA PALMA DA MINHA MAO ...
ESTOU TENTANDO DESVENDAR O MISTERIO DA ARANHA E GOSTARIA DE PEDIR SUA AJUDA....
AGUARDO SUGESTOES...
BEIJOS
FORREST VULGO NIVALDO
E aí? Quem se habilita???
ps essencial: essa história é toda verídica, vem de fonte absolutamente confiável.
Desvendei o grande mistério: de onde surgiu o titio Leo (sim, o Leo Jaime, as sete garotas, que tremenda confusã-ão).
Ele é uma experiência genética mal sucedida: fruto do cruzamento transgênico entre o Maradona e a Marlene Mattos.
Repare bem: ele tem elementos dos dois doadores gênicos.
É mais uma prova de que a ciência deve ter limites...
Dia desses, eu estava absurdamente desocupada, então resolvi dar um girinho básico pelo yogurte.
Descobri os perfis do Bozo, da Torre Eifel, Odete Roitman e Maria Regina (a Leticia Spiller naquela novela da Marmoreal).
Com perfis preenchidos, testimonials emocionados e etc.
Ou gód.
Como é bom ser adolescente.
Acorde de mega bom humor depois de uma noite muuuuito bem dormida.
Capriche na produção. Ca-pri-che. Roupa inspirada nas combinações da In Style, cabelos soltos bem cuidados, bijus impecáveis, maquiagem discreta porém caprichada. Saia se achando a Sarah Jessica Parker no dia da assinatura do contrato para a últmia temporada de Sex and the City.
Trabalhe um pouco. Distribua sorrisos. Dê algumas risadas.
Quando der um tempo, lá pela hora do almoço, pegue o seu carro e rume para sua loja favorita. Que entrou em liquidação hoje.
Prove tudo. Tudo custa hoje a metade do que custava ontem. Leve o que ficar bom, absolutamente bom. Resista à tentção de levar aquela saia-tudo que está só um pouco pequena, ms que vi ficar boa qundo você emagrecer... Não, seja forte, seja racional.
Pare na livraria-charmosa do bairro. Adquira aquele livro que você está muito a fim de ler.
Pare na padoquinha-diliça do bairro. Coma de acordo com sua fome (e fiquem impressionada como em dias assim até a fome parece bem menor).
Volte pra casa ouvindo seu programa preferido no rádio. Sim, você ouve rádio no carro, e daí?
Garanto: nada, mas nada, nem a Dona Marta e suas obras intermináveis, vai tirar seu bom humor.
Afinal, fazer espinafre, depois fazer um sanduíche com o tal do espinafre e depois lavar a louça foi muita informação.
Terminei tudo, fui pro salão e fiz pé, mão e depilação. Fiquei lendo In Style e tomando chazinho de maçã que trouxeram pra mim.
Depois fui pra casa, fiz banho de creme no cabelo e passei uns creminhos.
Aí voltei a ser eu.
Ufa, passou.
- Alô?
- Vó? Sou eu a Dani... vó, estou com um problema e você pode me ajudar.
- Fala.
- Ontem tive um surto no supermercado e comprei um maço de espinafre. Achei que estava bonito, fiquei com vontade, comprei. Mas agora não sei o que fazer com ele.
- Fácil, Dani. Primeiro você limpa, depois escalda e aí refoga.
- Que????????????????????????
- Limpa o espinafre, Dani.
- Como assim limpa? Ele parece bem limpinho. Eu lavo?
- Não, tira os cabinhos.
- Tá. E depois?
- Aí você ferve a água, joga em cima do espinafre e depois refoga.
- Como assim refoga?
- Você não sabe refogar um espinafre, filha?
- Vó, presta atenção. se eu soubesse, tava te ligando?
- É... bom, pega uma panela, coloca um pouco de manteiga ou azeite, liga o fogo, coloca um pouco de alho, cebola, sal... Você tem alho? Tem que descascar e picar antes...
- Não vó, comprei picado já, claro.
- Então, coloca os temperos, depois o espinafre. Não assusta, porque vai murchar muito. Você sabe ver se já está pronto?
- Isso eu acho que sim. É quando ficar com cara e gosto de espinafre...
- Isso...
- Ok, vó. Obrigada.
- Qualquer coisa me liga.
- Tá bom, beijo.
Hoje cedo vi uma diaba portando a seguinte indumentária:
* micro saia jeans
* legging preta por baixo
* uma aberração sapatística que constituía em algo parecido com um all star preto com detalhes em branco e vermelho, só que com salto fino branco listrado de preto
* blusinha preta meio estampada
* casacão preto almofadado
Logo na sequência, assim, sem nem tempo pra me refazer, fui brindada com uma outra de terninho rosa-balinha-de-goma, com camiseta preta e sapatos pretos. O tom do rosa era simplesmente ter-rí-vi, e o contraste com o preto dos acessórios só tornava tudo muito mais complicado.
Fiquei chocada, abismada e passada.
Ainda não consegui me recuperar plenamente dessa dupla visão do inferno, portanto, por hoje é só, pessoal.
E que gód proteja os meus sonhos.
Temos uma nova concorrente de peso para o posto de Rainha dos Acontecimentos Bizarros.
A diaba conseguiu o feito e a proeza de, por livre e espontânea vontade, sem coercimento de ordem alguma, ir lá, interpelar o senhor Leo Jaime (sim, ele mesmo, as sete garotas que tremenda confusã-ão..) e sapecar uma bitoca no cidadão.
Sim, uma bitoca nele, no cover do Maradona.
Que diliça!
Alexandre Magno mandava no mundo, mas não podia tomar uma coquinha light, não tinha geladeira, vivia cercado de gente fedorenta e tinha que ficar guerreando dia sim dia não, stress total e permanente.
Portanto, vivia muito pior que nós, que mal mandamos nas nossas próprias vidas..
Fui apresentada a esse argumento no meio de uma amena reunião-socio-resolutiva-de-pobremas, e tenho que concordar que procede...
Depois de jantar no Ritz na sexta, sou convidada pra jantar com as girls (Kaleda, Lia, Helena Cavalcante e Fabi) no sábado.
Adivinha onde?
Tá fácil, né?
Ainda bem que o cardápio é extenso e diversificado e que a filial é bem diferente da matriz...
Ainda bem que eu moro em São Paulo, a capital nacional dos milhões de restaurantes...
Uma camisetinha verde ultra fofa de ombro caído e com um desenho de uma menininha.
depois, olhando com mais atenção, reparei que a menininha está de olho roxo, usa uma presilha de cabelo de caveira e carrega uma boneca decapitada, o que torna a coisa toda um pouco tétrica, mas normal, a camisetinha é bonita mesmo assim.
Almoço familiar, todos felizes e contentes.
MC resolve divulgar o feito de seu rebento, que está participando de um campeonato de tênis:
Ah, ele está participando do campeonato... mas ele só perde. O Rebento sempre foi ruim no tênis, desde pequenininho. Ele sempre entrava nos campeonatos e perdia. Nunca vi uma coisa dessas... Teve uma vez que estava o maior frio, e eu e o PQ fomos lá, teríamos que ficar esperando. Mas eu falei pro PQ não se preocupar, porque ele sempre perdia no primeiro jogo e a gente ia embora cedo...
Sinceramente não sei como viramos pessoas praticamente normais...
O moço estava parado no farol. Quietinho, esperando a vez de passar.
De repente, uma Fiorino ensandecida vem que vem e bate no carro do Moço. Do Moço e do vizinho também.
Moço desce para ver se teve estrago. Teve. Vai conversar com o motorista da Fiorino, que está acompanhado da mãe.
Mãe, na sanha de defender o rebento, solta a pérola das pérolas:
Moço, a gente não teve culpa... O carro está sem freio... como que a gente ia parar???
Porque teve a outra, que participou de um jantar-dançante-de-negócios, que envolvia criadores de avestruz!
Meu Deus, esses meus amigos precisam parar com as drogas, urgente!
... mas você conhece alguém que já participou ativamente de um autêntico panelaço?
Sim, daqueles, em frente à Casa Rosada, em Buenos Aires, com direito a cara de enfurecido e empunhando um cartaz pedindo más empleos (não sei se é assim que escreve, por favor corrija se estiver errado).
Pois eu conheço, eu conheço, eu conheço...
e tenho como provar!
Ontem a manhã não foi nada fáci, caros amigos da rede Globo.
Depois de dormir muito pouco, trabalhar muito muito, tomar uma maximegaultraplus carcada da Chifia, uma tosca de uma mulher ainda vem me dizer que não entende a utilidade do meu trabalho. Segue dizendo que acha que ele não é completo. E ainda dá uma risadinha sem graça e tenta dar uma amenizada depois de levar uma patadinha de classe, fina, craro.
Tentei ignorar tão irrelevante opinião e seguir o dia.
Como tinha um tempinho livre na hora do almoço, passei em uma lojinha perto de casa, pronta para o crime. Estava em liquidação, rou rou rou.
Fui provar um terninho. Calça um pouco larga, nada que um ajustezinho de nada não resolveria, e blazer grande. Depois outro. Mesma coisa.
Aí a despudorada da vendedora solta essa:
Noooooossa... as suas costas são muito fininhas, uns bracinhos finos... Sabe que olhando assim, a gente não percebe? Achei que o M ia ficar bom... Não parece que você é tão magrinha... Resolvi ir embora rápido, antes de cometer algum ato do qual me arrependesse depois...
Eu e o Minou (que de vez em quando também é tratado como um personagem do Friends pelas amigas-leitoras) resolvemos nos aventurar no Maravilhoso Mundo das Comidas (de cachorro) Ensinadas pela Revista da Folha. Mandamos uma polenta com molho funghi handmade que ficou do mais alto garbo, ainda mais se levando em consideração a tênue linha que separa as mais deliciosas polentas das mais reles comidas caninas.
Com direito a restos fúngicos que viraram sanduíches com creem cheese e, dias depois, minha especialidade culinária: massa com molho e... Sendo que no caso os três pontinhos foram preenchidos por um delicioso mix de cogumelos.
Melhor parar com isso, antes que o moço pegue gosto.
Tinha que ser a Bela, só podia ser a Bela...
No domingo, compareci ao elegantérrimo e mega disputado evento da cidadã no Astor, e, quando estava indo embora, ela me aponta pra uma amiga e solta: É ela, a Dani, do blog... Rou rou rou, ao que sei, então, que tenho uma leitora-fã anônima.
E linda e chic, óbeveo, que eu não sou a Wanessa Camargo pra ter fã fuleiro...
Afe, que vida de nêgo é difíci...
Abduzida pelo tronco, agora só tenho o direito de me comunicar com os terráqueos por meio de sinais de fumaça e estou sistematicamente sendo acusada de abandonos diversos.
Mas sobreviver é preciso, e na falta de pai rico a gente vai tocando o barco.
Reclamações com a chifia, plis.