No sábado a tarde, saí para uma "voltinha" despretensiosa com uma amiga... ambas com instintos assassinos, armadas com nossos amados Visa.
Aí, voltei com um cinto verde bandeira, uma sapatilha pink metalizado e uma sandália de píton multicolor...
Chama como, uma pessoa assim?
Há anos eu não uso cinto. Mas assim... aaaaanos.
Sei lá por que motivo, encasquetei que eu não gosto de cintos.
O curioso é que vivo com uma faixa, um lenço ou algo que o valha cumprindo a função de acinturar peças mais larguinhas ou marcar a cintura.
Mas já a algum tempinho tenho parado para pensar na possibilidade...além, é claro, de ser bombardeada por todos os lados: cintos são legais, cintos são bacanas...
Até que no sábado me rendi. Comprei um cintinho LINDO, verde (sendo bem sincera, com um modelo bem parecido com uns que a minha mãe usava quando eu era criança - ah, revival dos anos oitenta, ainda te pega, mesmo que de leve).
Ontem tentei, não consegui. Hoje fiz uma outra composição, e ficou legal.
Fase de testes, vamos ver...
momento meda: qual será a próxima capitulação? gladiadoras? meda, muito meda...
A Cacá perguntou nos comentários, e eu achei que daria um bom post bem fútil, do jeito que o povo (eu) gosta (o).
Vambora.
O antes Eu sou clara (não claaaaara, mas clara). E muito, mas muito misturada geneticamente. E adoro praia. Adoro não, A-DO-RO.
Resultado disso tudo junto? Manchas na pele, né, bunita. Várias.
As que mais me incomodavam ficavam (siiiiiiiiiiiiiiim, ficavam) no buço - de longe parecia bigode, bonito - e na testa.
Procurei uma super dermatologista, determinada a resolver o problema.
Inicialmente, ficamos nos creminhos - delícia. Disciplinadamente, eu fiz certinho o que ela mandou - o esquemão básico: lavar, tonificar e hidratar (creminho com filtro) pela manhã; lavar, tonificar, creminhos para a área dos olhos e no resto do rosto, alternância entre ácido e nutritivo, à noite. Na praia (sim, a minha dermato é compreensiva), filtro 60, chapelão e sombra, além de filtro via oral no verão.
Permaneci um ano neste esquema, e as manchas amenizaram e muito, mesmo. Mas não sumiram completamente.
Quando fiz o retorno para o "kit inverno" - os creminhos de inverno - ela me propôs umas sessões de Fraxel. Disse que este laser daria um "up" na operação anti-manchas, e também uma "revitalizada" na pele.
Perua destemida que sou (e acreditando que quem previne não fica desfigurada mais tarde), topei na hora.
Ela disse que seriam necessárias entre 03 e 04 sessões de laser, com intervalo de mais ou menos um mês entre elas, e que NEM PENSAR em sol no período. Como ela é super compreensiva em relação a sol-praia, achei melhor obedecer à risca.
O durante Marquei as sessões para o começo de junho, julho e agosto. Todas em sextas-feiras, lá pela uma da tarde.
Na clínica, fui informada que deveria chegar uma hora antes da hora marcada, para passar um anestésico no rosto - quanto mais tempo, mais efeito.
Com medinho da dor, cheguei uma hora antes da primeira sessão. Fiz as fotos do "antes" e passei o anestésico.
Antes de começar a sessão, a médica informou que a intensidade do laser seria aumentada progressivamente, em cada uma das sessões.
Me colocou um óculos de natação de metal, me deitou na maca, me deu uma mangueira de onde saía ar gelado ("se doer, vira o jato para o rosto") e tacou a queimar a minha cara...rsrsrsrs...
Foi tranquilo.
Não vou falar que foi indolor. Mas também não doeu. Acho mais adequado dizer que incomodou, pinicou, ficou desconfortável. A sessão durou uns 40 minutos. Ela divide o rosto em áreas, e aplica o laser três vezes em cada uma das áreas. A pinicação, é claro, é maior na terceira vez que na primeira. Nesta primeira vez, nem usei o jato de ar. Deu para aguetar numa boa (devo informar que meu limiar de dor é alto, a médica ficou meio impressionada por eu basicamente cochilar no final da sessão, mas eu tava cansada, veja bem...rsrsrsrsrs)
Depois que termina, minha filha... respire fundo antes de se olhar no espelho. Porque fica feio. Vermeeeeeeeelho, e inchado. Fiquei com a aparência de quem tomou sol-verão-do-nordeste diretamente na cara (mas de óculos escuros), além da sensação do rosto em chamas. Em cha-mas.
Iniciante que sou, fiz a primeira sessão na hora do almoço, e voltei para o trabalho depois - poucas vezes me arrependi tanto de uma decisão. Não recomendo MESMO. Além da aparência digna de um ET com insolação (o que te faz suportar olhares de horror e a pergunta "nossa, o que aconteceu com você?!?!?!" duzentas vezes por minuto), a sensação de rosto em chamas é efetivamente desconfortável.
Cheguei em casa no final do dia basicamente arrependida por ter me metido neste tratamento, temendo que poderia ficar daquele jeito para sempre. Grudei a cara na parede (geladinho gostoso) e fiquei lá...rsrsrsrs...
Quando marido chegou, eu estava meio que escondida atrás de uma planta (na esperança que ele não percebesse nada estranho, afinal, quando acerto um corte de cabelo loosho ele não percebe...). Gentleman que é, ele disfarçou (até que bem) a expressão de horror e perguntou se eu queria que ele fizesse uma compressa gelada (falei que sim, pelamordedeus). A compressa aliviou um pouco, mas bom mesmo, é a parede. Vai por mim. Parede é um geladinho que não esquenta. Sensacional.
Dormi bem (o rosto em chamas é incômodo, mas não a ponto de atrapalhar o sono). No dia seguinte, estava BEM melhor. A sensação de desconforto e o vermelhão milagrosamente tinham desaparecido. A pele estava um pouco áspera e escurecida, mas nada demais. Parecia que eu tomei sol no rosto, queimando um pouco.
Passei compulsivamente o creminho que a dermato recomendou (é tipos um creme-power para o tratamento de queimaduras profundas, vai vendo), muito mais vezes que o recomendado. Quando fui sair para almoçar, filtro 60.
No final do dia, já estava BEM bom. Parecia mesmo que eu tinha tomado sol no rosto, mas com filtro solar. Saímos para jantar com uns amigos e ninguém percebeu nada.
Lá pela segunda à tarde, já tinha voltado ao normal. E já dava para perceber uma amenizada nas manchas. E uma mudancinha na pele, sutil.
Um mês depois, voltei para a segunda sessão. Escolada, desmarquei o trabalho da tarde, e novamente cheguei uma hora antes, para ter de novo o efeito máximo do anestésico.
Mesmo processo. Desta vez, pinicou mais. No buço, mais sensível, chegou a doer. Usei o jato de ar o tempo todo (ameniza e bastante o desconforto). A sensação de rosto em chamas foi mais intensa - mas durou o mesmo tempo. No dia seguinte, já acordei sem vermelhão, sem desconforto, como se tivesse tomado sol exageradamente.
E depois de uns dez dias, deu para notar uma melhora IMPORTANTE na pele. Primeiro, as manchas, que a esta altura já estavam bem pouco perceptíveis. Depois, o que para mim foi uma surpresa boa: algumas linhazinhas de expressão perto dos olhos sumiram milagrosamente (não que eu tivesse liiiinhas de expressão), e em todas as regiões que já tinham um pouquinho de marcas (meio da testa, bigode chinês) elas deram uma bela diminuída.
Animadona, fui para a terceira sessão. De novo, mesmo processo. De novo, o desconforto amplificado (nesta sessão eu senti dor mais de uma vez - na segunda e terceira passadas no buço e na região um pouco acima do malar - e deixei o jato de ar frio direto virado para o rosto), e as reações de vermelhão, inchaço e rosto em chamas BEM mais fortes. Mas no sábado, nada de vermelhão, nada de calor. Só um pouco de inchaço no rosto, mas nada que chegou a impedir a vida social (estava sol e saí bem linda bem tudo de chapelão para ver vitrines nos Jardins). Por coincidência, no domingo tirei umas fotos (tive aniversário, baby da prima nascendo...) e, vendo as fotos agora, não se diz que eu tinha "queimado a cara" dois dias antes. Mesmo.
Como o desconforto foi forte, a coisa toda custa caro (pelo menos para mim é caro) e eu achei que já tinha um bom resultado, deixei a quarta sessão para lá, parei na terceira.
O depois Agora vem a melhor parte: a bagaça funciona. Mesmo.
Achei que o investimento financeiro e o desconforto compensaram:
* As manchas basicamente sumiram - sobrou uma mancha discretinha na lateral da testa, que eu consigo cobrir só com pó. Nada que incomode MESMO.
* As linhas de expressão (ressalto que não eram assim LINHAS de expressão) perto dos olhos sumiram.
* Os vincos (não eram assim VINCOS) da testa / bigode chinês regrediram e muito.
* Milagre: a oleosidade da pele foi controlada, e muito! Tanto que depois que terminou, os cremes que eu usavam antes passaram a provocar descamação na pele e eu tive que trocar para formulações PARA PELE NORMAL. Inacreditável. Desde a adolescência a minha pele sempre foi BEM oleosa, cheguei a ter uma acne média na adolescência. E agora...hohoho... eu uso cremes para pele normal!!!!! Eu não brilho nas fotos!!!!
* De modo geral, a pele deu mesmo uma revigorada. Ficou mais viçosa. Não sei bem explicar, mas ficou diferente. A dermatologista explicou que o Fraxel atinge a derme (uma camada profunda da pele), e que, por isso, ele efetivamente estimula a produção de colágeno. E a gente percebe isso através desta sensação de pele mais viçosa.
Um mês depois da última sessão, tirei as fotografias do "depois" na clínica. A diferença é impressionante.
O final feliz O laser é um procedimento médico. Como tal, ele deve ser indicado pelo médico, e não sugerido pelo paciente. Não é qualquer um que pode fazer, não é indicado para qualquer problema dermatológico (uma amiga minha fez um outro tipo de laser, porque o fraxel não era o mais indicado para ela - e ficou muito do bom, também).
Portanto, se o seu dermatologista indicar, aí sim, eu me sinto bem a vontade para dizer: não tenha medo. Dói (um pouquinho), é caro (ô), é desconfortável (bastante), você tem (muita!) vontade de chorar depois da sessão e dá (um apavorante) medo de justo com você ter dado tudo errado e de nunca mais voltar ao normal.
Mas vale a pena. A diferença é visível. Depois de um mês da terceira sessão, o efeito está bem consolidado, e a mudança é incrível.
Mais de uma pessoa que não sabe que eu fiz o laser (os que sabem e me viram no mode "ET com insolação" eu nem levo em conta, né, eles podem estar só me consolando) já comentou que a minha pele deu uma melhorada nos últimos tempos.
A dermato disse que esse ano ela fez cinco sessões (!) e que ela percebeu que o botox dela durou muito mais (!!) - a essa altura do ano, ela já teria aplicado duas vezes (!!!) e dessa vez, aplicou uma só e ainda está bem da ótema. Portanto, se você aplica botox (eu ainda não faço), também tem este efeito.
Portanto, ano que vem... estou lá eu de novo, queimando a cara com a peruaça...rsrsrsrsrs...
Tenho visto aquelas lojas específicas de enfeites de natal abrindo, uns papais-noéis meio perdidos por aí, um movimento discreto.
Mas hoje fui ao supermercado e tinha chocottone.
Sério.
(aí, né... comprei um mini, e dei cabo do bichinho)
Marido está trabalhando no Rio desde segunda. E confesso que, depois da mini euforia inicial uma-semana-só-para-mim-de-volta-à-minha-casa-só-minha, eu não vejo é a hora dele voltar.
1983 - Marta Suplicy se filia ao PT
1995 a 1998 – Marta Suplicy é deputada federal eleita pelo PT, em São Paulo, com 76 130 votos. No Legislativo, foi autora de vários projetos de lei, como a Parceria Civil Registrada entre pessoas do mesmo sexo.
2008 - o programa de TV de Marta Suplicy, tentando desqualificar o adversário na corrida pela prefeitura, pergunta se ele é casado? tem filhos?
Não, Marta. Ele não é casado. Ele não tem filhos. A senhora, eu e todas as árvores do parque do Ibirapuera sabemos disso.
E a senhoura me esclareça uma coisa: a disputa é pelo que mesmo? Pela presidência da TFP, da Liga das Senhoras Católicas ou algo que o valha? Não, né.
É pela prefeitura de São Paulo. Então... o fato dele ser solteiro sem filhos não vem ao caso, não é mesmo? Eu e as árvores do Ibirapuera achamos que não vem ao caso. E acreditávamos, lendo sua biografia e conhecendo a sua trajetória pessoal, que a senhoura concordava conosco. Mas não. A senhoura deixou os seus asseclas perguntarem na TV se ele é casado e tem filhos. E depois disse que é uma pergunta qualquer. E não se retratou. E não demitiu o responsável por essa vergonha.
Sim, Marta Suplicy. É uma vergonha. Vindo de quem fosse, seria vergonhoso. Vindo da senhoura, para mim é pior.
Apesar de ter a opinião de que a administração promovida pela senhoura foi absolutamente desastrosa, de não ter simpatia pela senhora e de discordar de basicamente tudo o que o seu partido faz, eu tinha respeito pela senhora. Pela sua trajetória. Pelas idéias que a senhoura defendeu, sempre. Pela senhoura ter tentado arejar um pouco as idéias desse paisinho medíocre. Pelo seu guarda roupa loosho, também. Eu até achava que a gente compartilhava algumas idéias, olha isso!
Mas não, né. A senhoura Marta Suplicy se foi. Soterrada pela Diaba Loira.
É uma pena.
(MC bem que tentou... trouxe basicamente uma mala recheada de H&M de presente para sua filhinha - moi! -, mas se der pra vir a loja toda, com todas as opções e aqueles preços, a gente agradecemos).
MC, além de vir com as malas lotadas de produtinhos ID, ainda deu uma passada na H&M e abasteceu o guarda-roupas da filhinha...
De todas as mães do mundo, fui sorteada para a MC. Que sorte a minha!
Acabou hoje o horário político do primeiro turno. Pena. Sério.
Nem me lembro de quando, e se, existiu primeiro turno mais divertido que este... a DiabaLoira toda loca, querendo colocar internê na geral e suas outras idéias igualmente geniais e prioritárias.
O Plefeito Lingua Plesa com o seu jingle adaptado de Sorria meu bem sorria... além da melhor música de todos os tempos: mamãe me dá mais um copiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinho... daquele leite com o rótulo amarelinho!, o Governador (ahhhhhhhhhhh governador, para que isso, meu Deus, para que isso?) admitindo que não tem amigos... e ele, sempre ele, o Kaledão querendo construir lajes sobre o Rio Pinheiros e, melhor que tuda, contratando pessoas para gritarem esbaforidas na TV que a gente precisamos de gente que nem ele, ele é o cara!
Sério. Se você não mora em São Paulo, não sabe o que perdeu!
Sabe aqueles dias que bate um consumismo? Então, domingo bateu.
Fui ao shopping com todas as más intenções do mundo. Provei vários vestidinhos, blusinhas e etc, mas nada me agradou.
Então, fui em uma papelaria e comprei um caderno novo - eu estava efetivamente precisando de um caderno - prateado. Porque, né? Prateado.
Para completar, fui na farmácia e adquiri um trio de sombras (baratenho), dois esmaltes (vício!), um lápis de olho nude e uma tiara.
Comi um docinho, e voltei para casa feliz, feliz.
Acordamos ontem na mesma hora: seis e pouco (bem pouco da manhã).
Saímos juntos, mas eu cheguei umas três horas depois dele, já perto das nove da noite.
Cansada, muito cansada.
Fui abrir meus e-mails e surpresa: muito trabalho pela frente. Mas muito.
Sentei para fazer, que remédio?
Vejo ele se preparando para dormir, tomando banho e talz.
Aí, ele foi no quarto, pegou um cobertor, cobriu as minhas pernas e me deu um beijinho.
Tem como não amar?
Em todas as batidas de carro da minha vida até a última, a culpa sempre foi minha. E eu sempre, SEMPRE fui suuuuper fofa com a vítima da minha bracice. Nunca criei nenhum tipo de problema e sempre fiz o máximo que pude para ajudar (até porque nem existe franquia para danos a terceiros...)
Daí que, quando estou parada no farol, vem um sem noção e chapa no lindo para choques do meu carro comprado há vinte dias... É CLARO que o sem noção é também um pé rapado, né. Que fica miguelando miséria (sério, muito miséria) e criando todas as dificuldades possíveis. Além de soltar altas pérolas no telefone, do tipo: "mas você tem que levar na oficina que eu escolhi, afinal, você está andando na rua de uma cidade grande, está sujeita a alguém que mora longe bater no seu carro". Oi?
Caras, porque que quando é a minha vez, quem bate no meu carro não é alguém assim.,.. como eu?